Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis
Enviada em 16/10/2023
A Constituição Federal, promulgada em 1988, documento de maior importância no país, afirma que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à uma boa qualidade de vida. Entretanto, a poluição causada por altos índices do uso de automóveis representa um grave problema. Nesse sentido, medidas devem ser tomadas para combater não somente à omissão estatal, mas também as desigualdades sociais que se tornam consequências do aumento dessas poluições.
Diante desse contexto, no documentário “Seremos história?” é retratado um alerta relacionado as transformações que ocorrem no planeta por conta das mudanças climáticas causadas por ações antrópicas. A negligência estatal favorece o aumento da relação de poluição no país. O curta-metragem, ao fazer referência dos problemas do aquecimento global, debate questões políticas que não possuem resultados positivos à sociedade e, muito menos, ao meio ambiente.
Ademais, a especialista em mobilidade urbana, Berta Pinheiro, afirma “É preciso desconstruir a visão do automóvel como símbolo de poder e conquista” esperando que o foco de atuação do transporte público coletivo seja eficiente. O aumento do uso de automóveis que promovem a poluição vão de encontro ao surgimento das mais diversas desigualdades sociais. O transporte coletivo se torna eficaz não apenas para diminuir a poluição do ar, mas também, ao dimnuir o trânsito e os engarrafamentos das grandes cidades, além de ser uma opção que se tornou mais barata e eficaz nos últimos anos.
É urgente, portanto, que medidas sejam tomadas para combater a poluição causada por automóveis. Nesse sentido, a ANTT - agência responsável por regular as atividades das rodovias federais - deve promover um sistema de transporte coletivo mais eficiente, com uma operação que busque contribuir com essas respectivas eficiências. Essa iniciativa terá a finalidade de romper a inércia do Estado e de garantir que o direito previsto na Constituição Federal deixe de ser, uma utopia no Brasil.