Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis

Enviada em 16/10/2023

A poluição causada por automóveis tem sido um problema alarmante desde a Segunda Revolução Industrial, na qual intensificaram o uso de combustíveis fósseis que são danosos tanto ao meio ambiente quanto à saúde humana por conta da emissão de poluentes atmosféricos.

Diante disso, é notável que este problema é clássico nas grandes cidades onde há maior presença de automóveis circulando pelas rodovias e assim, ocasionando na poluição do ar. Segundo o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) 34% dos veículos que rodam a cidade de São Paulo têm mais de 20 anos de uso. Ou seja, a tecnologia utilizada por eles para a emissão de gases está defasada, impactando ainda mais a poluição. Ademais, há a proposta de utilizar um transporte público para diminuir a emissão de gases poluentes, que de fato é uma solução viável, porém é pouco enfasada já que os preços das passagens desses transportes aumentaram com o passar do tempo e vários civis optaram por usar o próprio automóvel.

Outrossim, os impactos dessa poluição impactam no meio ambiente, o que convém no crescimento do aquecimento global. Os automóveis são responsáveis ​​por 72,6% das emissões de gases de efeito estufa, de acordo com um estudo inédito do Instituto de Pesquisa Energética e Ambiental (IEMA). Além de impactar no meio ambiente, também atingem na nossa saúde, como os problemas respiratórios, podendo levar à óbito. Um estudo do Ministério da Saúde mostrou que o número de mortes causadas pela poluição do ar aumentou 14% em dez anos. Ademais, Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aestimativa é que ocorram anualmente 4,2 milhões de mortes prematuras atribuídas à poluição do ar ambiente no mundo.

Em suma, esse problema deve ser tratado com prioridade pelo Governo, já que consequentemente, chegamos na fase da ebulição global, uma das soluções é maior incentivo do transporte público, a fiscalização da fumaça dos veiculos em diesel e a otimização do PROMOT. Porém, o Brasil ainda tem muito a fazer para reduzir as emissões prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.