Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis
Enviada em 14/10/2023
Segundo o físico e cientista Albert Einstein, o maior perigo do mundo não é o mal que os sujeitos causam, mas sim a omissão dos indivíduos que, podendo agir para atenuar as adversidades, não atuam para solucionar isso. Essa assertiva pode servir de analogia para alternativas na redução da poluição provocada por automóveis. Desta forma, pesar de haver campanhas como a do “dia mundial sem carro” há ainda pontos a serem esclarecidos como a negligência estatal sobre o assunto e a falta de incentivo ao uso de transportes sustentáveis.
Em primeira análise, é fundamental apontar a carência de medidas governamentais para sanar as dificuldades existentes em relação a má qualidade dos transportes coletivos. Contudo, observa-se que para a utilização desse meio transporte o valor de tarifa está aumentando constantemente, porém a infra-estrutura não acompanha essa mudança. Assim, as pessoas optam por se deslocar com carros próprios causando mais poluição.
Em segunda análise, deve-se resaltar a ausência de medidas governamentais para combater o problema. Nesse sentido, deve-se salientar modelo de transportes optado no Brasil na década de 50, influenciado até hoje a vida dos brasileiros. Desta forma, o ex-presidente da República Juscelino Kubitschek adotou o modelo rodofiarista, incentivando a compra de automóveis particulares. Assim, este modelo aumentou o número de carros utilixados nas ruas e diminuindo os transportes coletivos.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que a Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, por intermédio de governos municipais, juntamente com a aplicação de políticas públicas que pretendam reparar a infraestrutura de transportes coletivos, a fim de oferecer à população uma melhor qualidade de vida. Assim, se consolidará uma sociedade mais confortável onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como a firma John Locke.