Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis

Enviada em 16/10/2023

A alteridade é o exercício de se colocar no lugar do outro, e o perceber como uma pessoa singular e subjetiva. Desse modo, percebe-se que na questão dos caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis, falta a aplicação desse conceito por parte de poderes públicos, o que provoca inúmeros problemas a coletividade. Assim, é imperioso o debate disso com foco em resolver a negligência estatal e emissões de gases nocivos.

Primeiramente, urge salientar que as relações cauísticas da adversidade se dá pela negligência governamental. Sobre isso, o filósofo Thomas Hobbes, dentro da obra “O Leviatã”, afirma que é função do Estado, a partir do Contrato social, a imposição de ordem e garantias naturais ao indivíduo. No entanto, esse mesmo ente provoca o inchaço no trânsito, a partir do momento em que o Estado não efetiva o direito a mobilidade urbana a garantir a livre circulação de ir e vir. Com isso, a cidadania é colocada em um plano imaginário e o óbice persiste.

Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas ambientais também são motivo do óbice. Além disso, a falta de incentivos ao uso de transportes sustentáveis ​​agrava a situação, uma vez que o uso de automóveis e motocicletas emite mais poluentes na atmosfera. Dados a isso, aponta que 7 milhões de veículos, advém somente na região metropolitana do estado de São Paulo, o que afeta diretamente o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes cidades.

Destarte, fica evidente que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os Interlocutores da informação, assim como as mídias e o Governo devem promover a relevância para conter a atual situação do problema - aumento da poluição advindo de automóveis -, por meio de debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de minimizar os inchacos no trânsito. Logo, os caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis será intermediado no século XXI.