Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis
Enviada em 22/03/2024
No primeiro bimestre de 2024, a montadora chinesa BYD (Build Tour Dreams) decidiu aumentar em 80% seu investimento de 3 Bilhões de reais, totalizando 5,5 Bilhões em uma nova fábrica no estado da Bahia. Esta que produz apenas veículos elétricos e visa uma democratização de seus veículos com um futuro sustentável, gerando menos emissões de CO2 e baterias derivadas de uma variante do Lítio reciclável e menos perigosa ao entrar em combustão.
Nesse contexto, é necessário avaliar os principais impactos de um veículo na natureza: emissão de CO2, fonte de energia e matéria-prima. De acordo com a AEA (Agência Europeia do Ambiente), o setor de transporte emite 60 milhões de toneladas de CO2 por ano no Brasil, sendo mais de 50 milhões de automóveis, e mais de 20% das emissões são no momento da produção. Número este que está diminuindo graças ao aumento de eletrificados em nosso mercado.
Contudo, indo na direção oposta de países europeus - que financiam e não cobram impostos de veículos elétricos - o Brasil começou a taxar a importação de elétricos em 10%, 18%, 25% e 35% ao passar de certas datas. Tal ação foi um atraso na evolução sustentável da nação - na qual já não possui um grande suporte para a sustentabilidade - e portanto não trará benefícios à nossa natureza, mas sim aos bolsos políticos. Tamanha corrupção que atrasa o Brasil há séculos.
Em suma, é necessário haver uma participação governamental na redução da poluição por veículos, já que esta é a mais alta hierarquia do brasil, e portanto responsável pela sustentabilidade. Também é de extrema urgência haver incentivos fiscais para que empresas como a BYD possam investir na democratização dos veículos elétricos na nação brasileira.