Caminhos para valorizar os profissionais formados em cursos técnicos

Enviada em 07/01/2024

O advento dos cursos técnicos possibilitou um avanço das formas de ensino e permitiu o sonho de maior acesso ao mercado de trabalho e melhores remunerações. No entanto, a realidade ainda é inóspita e deprimente. Visto que a dificuldade que antes era de mão de obra tornou-se as ondas de crises financeiras e inflação, assim como a visão retrógrada que carimba como inferior os profissionais técnicos.

No estado do ceara em 2008 o governador vigente Cid Gomes da época implementou as escolas estaduais de educação profissional, visando uma melhoria futura na vida socioeconômica do estado. No entanto, mais de 15 anos após seu início não foi possível notar o cenário esperado a medida, que muitos jovens não só encontraram dificuldades para conseguir empregos em suas áreas, mesmo com qualificação técnica, como bateram de frente com um cenário nada agradável por parte das empresas para recepcionar tal mão de obra.

Outrossim, a baixa remuneração é um dos grandes motivos de reclamações por parte desses, pequenas corporações brasileiras contratam funcionários técnicos para elabora mais que uma função para livrar-se de outros funcionários, construindo uma sobre carga mental e física. Da mesma forma grandes empresas terceirizam contratados para pagar menos impostos, a intenção de ambas é a mesma, desvalorizar de forma financeira ou moral o colaborador técnico.

Portanto, fica evidente a necessidade de procurar caminhos para valorizar os profissionais técnicos. Para tanto, o é dever do ministério do trabalho executar ações de interesse dos técnicos já empregados e fiscalizar as empresas aplicando multas se necessário com o objetivo de descentralizar o poder das grandes empresas. Isso pode ser feito também com o auxílio do ministério público do trabalho, diferente do ministério do trabalho, tem competência para acionar a justiça quando houver interesse público. Por meio também, de campanhas midiáticas com canais de televisão, para tirar o rotulo de mão de obra barata e desvalorizada que os técnicos injustamente carregam, assim trazer uma visão de futuro melhor e mais justo.