Caminhos para valorizar os profissionais formados em cursos técnicos

Enviada em 30/04/2024

Segundo a Constituição Federal de 1988, prevê em seu artigo 6º, o direito a valorização de pessoas formadas em cursos técnicos, como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado quando se fala sobre, “caminhos para valorizar os profissionais formados em cursos técnicos”, dificultando assim, a universalização de um direito social tão importante. Diante desse cenário, deve-se propor medidas para acabar com esse quadro que vem constantemente crescendo em nosso país.

Em primeira análise, nota-se a ausência de medidas governamentais diante dessa situação inadmissível. Logo, o Governo e Estado devem se manifestar e se impor com esse panorama. Dizia o filósofo contratualista John Locke, isso é conhecido como um “contrato social”, onde o Governo e Estado não executam seus principais deveres e mandatos, isso acaba se tornando uma falta de respeito com pessoas que não tem muita condições, que vive em uma pobreza, onde o que tem é apenas uma formação em um curso técnico, e ainda não conseguir trabalhar por conta da sua especialização, isso é uma incredulidade que vem todos dias aparecendo no nosso cotidiano, pessoas desvalorizando trabalhos de outras pessoas, por apenas não ser formada em um curso ou em uma faculdade boa, isso acaba se tornando um problema não só local, mas global. Dessa forma, é necessário que haja medidas para hostilizar está conjuntura.

Ademais, é lícito que o Governo e Estado são os principais impulsionadores deste tema no Brasil. Segundo o Jornal Nacional, no dia 27 de novembro de 2023, apresentou o resultado de uma pesquisa realizada pela Insper, que revelava que os jovens com o ensino médio de nível técnico, são bem mais valorizados no mercado de trabalho, do que os que se formam no ensino regular.

Portanto, o Governo deve por meio de regulamentos, fazer a paralisação desse afrontamento de desvalorização, fazendo com que pessoas tenham, seu direito igualitários garantidos, não importa a sua função, mas que consigam um trabalho bom e respeitoso no mercado de trabalho, a fim de que todos, independentemente de raça, cor, moradia, questões financeiras. Todos devem ter um trabalho digno é valorizado.