Catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país
Enviada em 07/03/2023
O filósofo chinês Confúcio já afirmava: “Se queres prever o futuro, estuda o passado”. Assim sendo, catástrofes sociopolíticas podem ser evitadas e combatidas através do estudo da história do próprio país. Logo, percebe-se a grande relevância da história na sociedade, pois além de contribuir para a valorização da memória nacional, estimula o espírito crítico do corpo social.
A priori, relembrar e estudar o passado corrobora para a construção da identidade nacional. Nesse viés, a história é capaz de despertar o orgulho e a união entre as pessoas, garantindo uma boa coesã no corpo social. À luz dessa lógica, durante o período da República Velha houve diversas revoltas separatistas no Brasil, isso ocorria, pois não havia uma valorização de uma identidade em comum entre os brasileiros. Portanto, para que o país esteja unido e harmônico, isto é, longe de catástrofes sociopolíticas, a memória nacional deve ser valorizada através da história do próprio país.
Outrossim, o ensino da história desperta o censo crítico nos indivíduos. Seguindo essa linha de raciocínio, vale salientar que uma sociedade consciente acerca do seu passado torna-se mais difícil de ser manipulada por governos autoritários, uma vez que conhecimento é poder, segundo o filósofo Francis Bacon. Dessa maneira, não é por coincidência que a Ditadura Civil Militar (1965-1985) baniu do currículo escolar a disciplina de história. Então, conclui-se que conhecer a história do próprio país pode evitar e combater catástrofes sociopolíticas.
Em síntese, a história de um país é reponsável por manter a sociedade coesa e com o censo de crítica aguçado, o que corrobora para evitar crises sociais e políticas. Destarte, o Ministério da Educação e Cultura deve construir mais museus no território nacional e valorizar os já existentes, pois essas construções são meios conhecer a história do país de uma maneira mais ‘‘palpável’’ e interativa. Isso pode ser feito por intermédio do envio de maiores verbas da União para o ministério supracitado. Só assim, a população conseguirá seguir a máxima de Confúcio e Bacon.