Catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país

Enviada em 02/03/2023

O livro " A Mala de Hannah" é o diário de uma garotinha que sobreviveu e relatou as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, introduzindo a temática da importância dos relatos históricos e abordando também os perigos que a falta desses podem causar. Fora da ficção, é notório que a obra literária possui verossimilhança no que tange a um tema de suma importância atualmente: catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país. Diante disso, é necessário explicitar que a inércia governamental e indiferença populacional sustentam o probloema.

Em primeira análise, o governo tem como função primordial garantir o acesso a dados informativos, como previsto pelo artigo 5 da Constituição Federal, entretanto, não o tem feito. Nessa perspectiva, o Estado não disponibiliza informações acerca de muitos acontecimento, deixando a populacao desatualizada e com pouco conhecimento da histórico, como ocorreu durante a ditadura militar em que os agentes governamentais omitiam e não declaravam detalhes cruciais, como o número de vítimas e o paradeiro dos desaparecidos. Desse modo, a falta de disponibilidade de notícias gera um povo ignorante.

Ademais, a pouca importância dada ao tema pela população, permite que a situação da desinformação se perpetue na socieade. haja visto isso, de acordo com a teoria de alienação social de Karl Marx, se tornam alienados aqueles que deixam de questionar e apenas aceitam o que lhes e proposto, que se encaixa na situação atual, já que nenhum cidadao cobra efetivamente o Estado pela baixa disponibilidade desse recurso, dificultando a resolução do problema.

Dessarte, em vista dos fatos supracitados, torna-se clara a necessidade de intervenção. A fim de criar uma sociedade conhecedora da história da própria nação, urge ao Ministério da Cultura, criar por meio de políticas públicas , projetos que incentivem o conhecimento a cerca dos acontecimentos do país . Isso pode ocorrer, por meio de propagandas e narrativas históricas brasileiras nos canais midiáticos. Com isso, espera-se não somente maior estudo do passado do Brasil como também maior acesso a informação para que a narrativa de Hannah seja apenas na história.