Catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país
Enviada em 17/05/2023
O início do século 21 foi marcado pela revolução tecnológica, com o surgimento de dispositivos eletrônicos de excelente qualidade e funcionabilidade, no entanto, mesmo com essa ascensão, um problema continua crescendo paralelamente a is-so, a falta da informação. Tal fato, assim como diz a história Edluci Souza, vai total-mente contra as expectativas, pois, com a informação mais acessível, mais as pes-soas consumeriam informação, porém, ainda vê-se grande parte a população agin-do com negacionismo e até mesmo dando início à catrástrofes políticas, justamen-te devido à falta de informação.
A priori, é válido ressaltar que, grande parte da população negacionista tem a-cesso à informação verídica, e usa dessa para manipular a verdade ultilizando fal-sos embasamentos, e assim, conseguir converter seu público à sua forma de pen-sar. Fato esse reforçado em uma palestra, ministrada em uma escola pública ainda pela historiadora Edluci, que diz que ao debater com um negacionista bolsonarista a respeito da situação política do país, este se dizia apoiador de uma ditadura mili-tar instaurada no Brasil e ainda usou fontes falsas para comprovar sua teoria e ten-tar refutar os argumentos de Edluci.
Em decorrência de tamanha manipulação de informação, surgem-se várias ca-tástrofes sociopolíticas, como por exemplo, em 2022, na eleição brasileira, na qual foi mais que óbvio de que o país estava dividido perante os resultados das eleições, que, foi desempatado por cerca de 1% da população brasileira. Tal fato, assim co-mo diz o professor de geopolítica Marcelo Borges deve-se à falta de informação que induzem os eleitores a votar sem saber muito sobre os planos de governo ou os projetos de seus candidatos.
Conclui-se então que, para evitar eleições tão acirradas como as vivenciadas no Brasil em 2022 e também acabar não sedendo a persuasão de negacionista que ignoram totalmente a ditadura vincenciada no Brasil no século passado, cabe ao Estado a implantação de matérias nas escolas voltadas a essa discussão assim co-mo faz a Alemanha a respeito do nazismo. Dessa forma a escola desenvolverá cida-dãos que passaram para a fase adulta já com uma certa bagagem e uma forma mais madura de pensar a respeito do futuro de seu país.