Catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país
Enviada em 14/03/2023
A Revolução Francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construídos na contemporaneidade, tais quais a liberdade e igualdade. No entanto, a questão do negacionismo em relação aos momentos obscuros da história do país é incongruente com esses princípios históricos, em virtude de erros de entes públicos e coletivos. Assim, urge a análise precisa do imbróglio, à luz de questões normativas e educacionais.
Sob esse viés, cabe ressaltar, em primeiro plano, que o problema acontece por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para realização do bem comum - o que não é levado a sério pelos estadistas. Isso ocorre porque há falta de políticas públicas para relembrar a população sobre a história do país e seus momentos infelizes, tais como a escravidão e a Ditadura Militar. Posto isso, cresce no país uma bolha que aliena e distancia as pessoas da verdade que deve ser relembrada.
Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo do óbice. Como não há educação de qualidade para conscientizar o jovem sobre o passado da nação, a adversidade persiste e consequências como organizações negacionistas e conservadoras voltam a surgir. Logo, deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, para mudança do quadro retratado.
Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os Interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizar a população, devem promover a relevância sobre a importância de conhecer a história do próprio país por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de que momentos históricos infortúnios não se repitam. Logo, a alienação e a negação em relação a esses períodos serão intermediado(a) no século XXI.