Catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país

Enviada em 07/01/2024

A Constituição Federal de 1988, prevê em seu artigo 6°, o direito a educação a todo cidadão brasileiro. Contudo, tal prerrogativa não é reverberado na prática quando se observa a precarização dos estudos históricos do próprio país, dificultando, assim a universalização desse direito tão importante. Diante disso, faz-se imperiosa análise de falta de investimentos em livros didáticos e o desinteresse pela história do país.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a decadência do ensino. Nessa ótica, há poucos investimentos em vários âmbitos das escolas públicas brasileiras, como na produção de livros didáticos pois estes não agregam de forma útil para a formação de jovens estudantes, já que muitas vezes o material didático oferecido não corresponde ao assunto a ser estudado.

Ademais, é fundamental apontar o desinteresse pela história brasileira como um impulsionador da ignorância no Brasil. Segundo uma matéria da Folha de S. Paulo de 2008, oito em cada dez brasileiros nunca ouviram falar da AI-5. Dos 18% que dizem conhecer a sigla só um terço sabe relacionar ao fato da Ditadura. Diante disso, é notório que uma grande parcela da sociedade tem desinteresse pela história do próprio país.

Destarte, cabe ao Ministério da Educação(MEC), por intermédio da PNLD, entregue livros de qualidade, úteis e dinâmicos para escolas públicas afim de tornar a aprendizagem sobre a história do país melhor. Em paralelo, é imperativo promover aos alunos visitas a museus com seus professores de história.