Catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país

Enviada em 15/04/2024

Segundo Dom Bertrand de Orleans e Bragança , “A história é absolutamente fundamental para um povo. Quem não sabe de onde vem, não sabe para onde vai.” Afirmação essa de grande perticência para as atuais civilizações, visto que, é a partir do passado que é possível perceber grandes erros e fazer com que esses não ocorram novamente. Entretanto, tal consciência não é presente nos cidadãos, dado que, grande parte negligencia a própria história, de maneira conjunta, a mídia silencia grande parte do que já aconteceu somatizando a problemática. Logo, medidas são necessárias para mudar a atual realidade.

Em primeira análise, é válido ressaltar que, são poucas as pessoas com acesso à informação sobre a formação da sociedade, para mais, indivíduos não apresentam interesse sobre adquirir ciência desse processo de formação, negligenciando e mostrando grande indeferença para tudo isso. O que facilita o disfarce de ideias que possam mudar a organização atual do corpo social e mudar a forma de administração.

Além disso, os canais midiáticos controlam tudo o que é transmitido, definem o que deve ou não ser lembrado para compor a memória coletiva, caracterizando uma manipulação por parte da mídia. Grande parte das vezes, o passado é silenciado, deixando a população sem conhecimento sobre a própria história e assim dificultando a identificação de possíveis indícios de um governo autoritário, por exemplo. Isso é, grande parte das vezes, os indivíduos teriam a possibilidade de detectar sinais de algo já ocorrido anteriormente e então, evitar que se repita.

Portanto, medidas são necessárias para transformar a situação presente. É cabível ao Ministério da Educação - órgão responsável por promover a educação de qualidade no país - promover tanto na rede pública de educação quanto na privada campanhas semanais que abordem a história do país e todos os fatores que contribuíram para a comunidade ter se consolidado da maneira que é, com o objetivo de fazer que os jovens desenvolvam conhecimento sobre o lugar que vivem e que, consequentemente, sejam formados cidadãos com vastas informações e noção do pretérito. Assim, espera-se que catastrófes sociopolíticas sejam evitadas e erros passados não sejam vivenciados novamente.