Catástrofes sociopolíticas: a importância de conhecer a história do próprio país

Enviada em 15/01/2025

No livro “1984”, do escritor britânico George Orwell, Londres é uma cidade totalitarista que segue os regime do “Partido”, um grupo seleto de políticos liderado pelo “Grande Irmão”. Onde o principal objetivo é garantir que o proletariado não tenha acesso ao amor, prazer e opnião. O Ministério da Verdade, é o departamento responsável por manipular notícias e eventos do passado, com a missão de manter o povo alienado, porém, Winston, um simples trabalhador se opõe à tirania.

Após a Primeira Guerra Mundial, com o declínio da socidade alemã devastada pelas consequências dos conflitos, surge aquele que seria tido e cultuado como a salvação divina, um jovem austríaco chamado Adolf Hitler. Com a ascenção do nazismo, a Europa se viu obrigada a manter-se refém de um ditador, com propostas cada vez mais sanguinárias, onde mais de seis milhões de judeus tiveram suas vidas seifadas.

Contudo, em meio às opressões sancionadas pelo império nazista, surge um movimento liderado por jovens estudantes da Universidade de Munique, chamado “Rosa Branca”, simbolizando a paz e a esperança. Os jovens denunciaram diversos crimes realizados pelo regime de Hitler, utilizando jornais e panfletos feitos à mão. Entretanto, o ato heróico teve um preço alto, em Fevereio de 1943, os líderes foram presos, julgados e executados na guilhotina, mas sua coragem se tornou um símbolo de resistência contra a opressão.

Desse modo, apesar de ser considerado um tópico sensível e seu debate ser evitado frequenteente, deve ser citado e ensinado de maneira coerente aos adultos e jovens cidadãos. Ademais, cabe ao Ministério da Cultura, viabilizar de forma justa que todos os cidadãos brasileiros, tenham acesso a filmes e documentários que retratem catástrofes sociopolíticas e suas consequências, e cabe ao Ministério da Educação, auditar as produções e compartilhar nas escolas públicas e privadas, para que incentive os alunos a aprenderem sobre a história de seu próprio país, para que os erros do passoado não sejam replicados no futuro.