Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 04/01/2021
No filme “Matrix”, o protagonista Neo é confrontado pela descoberta de que o mundo em que vive é, na realidade, uma ilusão construída a fim de manipular o comportamento dos seres humanos, no qual são explorados e dominado pela tecnologia. Fora da ficcção, fica claro que é uma realidade no meio social, no qual pode ser relacionada a dependência dessa tecnologias na atualidade. Diante disso, deve-se analisar carência de ações governamentais e as consequências na sua autonomia intelectual.
Em princípio, ressalta-se a ausência de medidas governamentais para combater a depeência no meio digital. Essa conjuntura, segunda as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como educação na esfera difigital. Assim sendo, é notório que a falta de ações para o ensino digital implica em problemas ocasionados por essa utilização sem medida.
Ademais, atrelado a isso, salienta-se os impactos negativos causado na autonimia intelectual dos cidadãos é um impulsionador dessas dependência. Nesse viés, mm estudo, realizado por pesquisadores do King’s College de Londres, afirma cerca de 25% dos jovens apresenta algum tipo de dependência digital, no qual tal comportamento viciante significa que as pessoas ficam “em pânico” ou “chateadas” se lhes for negado acesso constante aos aparelhos. Dessa meneira, fica evidente que a cumpulsão digital impacta diretamente na capacidade de escolha.
Torna-se evidente, portanto, mediante os fatos expostos, que providências são essenciais para amenizar esse impasse no âmbito social. Destarte, o Ministério da Educação, em parceria com a mídia na educação da população, especialmente dos jovens, público mais atingido pela influência digital, acerca da necessidade do posicionamento crítico quanto ao uso e o conteúdo exposto sugerido na internet, por meio de palestras, que ao serem ministradas em escolas e universidades, assim o Estado garantirá o “contrato social”, tal como afirma John Locke.