Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 08/01/2021
A partir da Revolução Industrial e Científica, ocorreu uma grande transformação nas relações sociais, econômicas e estruturais na sociedade contemporânea. Nesse viés, em ánalise com a modernidade tecnológica, é um problema a dependência digital dos jovens brasileiros. Diante disso, deve-se analisar a ausência de debates nas escolas e a falta de políticas governamentais de apoio aos adolencentes que utilizam excessivamente a internet.
Primeiramente, a ausência de debates nas escolas, na intenção de instruir os jovens na utilização consciente dos meios digitais é uma problemática atual. Isso porque, geralmente as escolas priorizam ensinar apenas matérias cobradas em provas. Ademais, no Brasil, as ações humanas do cotidiano está fortemente interligada com as contas de comunicações virtuais, visto que o Facebook, Instagram, Twitter e o Whatsapp é a realidade de local de trabalho e entretenimento de muitos indivíduos. Porém, aproximadamente 30% dos jovens são viciados digitais, de acordo com o site G1. Diante desse dado, essa falta de autocontrole ocasiona em transtorno, a exemplo da ansiedade, depressão e obesidade. Logo, as escolas devem promover diálogos de conscientização tecnológica para sanar esse impasse.
Em segundo lugar, a falta de políticas governamentais de apoio aos adolencentes que utilizam excessivamente a internet também é um problema. Isso porque, consoante com o físico Albert Einstein, tornou-se explícito que a tecnologia ultrapassou a humanidade. Nesse parâmetro, é evidente que na contemporaneidade, os adolescentes preferem os jogos online e a relação de comunicação virtual, ao invés de marcarem encontros e passearem como forma de lazer - como era a escolha predominate no segmento social antes da presença massiva da internet -. Por outro lado, em conformidade com a modernidade líquida, termo defendido pelo filósofo Zygmunt Bauman, a humanidade está cada vez mais individualista, ambiciosa e competitiva. Portanto, o Estado deve criar campanhas publicitárias edcativas, no sentido de orientar esse grupo sobre os maléficios dessa dependência para a saúde.
Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para solucionar ou amenizar esse cenário no país. Por isso, o Ministério da Educação deve incluir no currículo escolar, aulas sobre autocontrole na utilização da internet, visto que as escolas podem organizar palestras, teatros e filmes que retratam o isolamento social e as doenças mentais e físicas devido a dependência digital, com a finalidade de diminuir os casos de vício no Brasil. Outrossim, para melhor resultado dessa ação, o Estado deve criar campanhas de conscientização tecnológica voltadas para os jovens, por intermédio de curtos documentários que compare essa submissão com o uso excessivo das drogas, pois ambos fazem mal ao funcionamento do corpo humano, a fim de reverter esse entrave contemporâneo.