Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 05/04/2021
Uma tela viciante.
A tecnologia é muito presente no dia a dia do ser humano, porém o seu excesso pode causar graves problemas, como o vício. Na pandemia da COVID-19 aonde tudo se tornou on-line, é impossível passar um dia sem ter atividades em um aparelho tecnológico. A digitalização do trabalho, escola, vida social, etc, prejudicou o combate ao vício a eletrônicos, por conta de que praticamente todas as atividades, foram transferidas para a telinha. Porém, o vício nesse tipo de tecnologia não foi inventado na pandemia, e já é motivo de preocupação para todo o mundo, como a China e a Coreia que limitam a quantidade de horas utilizadas por sua população, na frente do videogame.
Em primeiro lugar, os jogos já são motivos de debate no mundo inteiro, a quantidade de horas e a influência que esses jogos causam em crianças e adolescentes é preocupante. Sendo visto como uma “válvula de escape” da realidade, as horas de utilização podem se tornar absurdas, como no caso do adolescente que precisou ir ao Hospital das Clínicas após ficar 55 horas jogando, de acordo com o site otempo. A estimativa é que por conta do excesso da utilização de aparelhos eletrônicos, até 2.050 49,8% da população terá algum tipo de deficiência visual e será obrigada a usar óculos (segundo o site www.visãohospitaldosolhos.com.br). A dependência nesses aparelhos podem causar vários malefícios, como tendinite, dores na coluna e musculares, dores de cabeça, deficiência visual, entre outros.
Em segundo lugar, a falta da convivênvia familiar e social influência muito sobre o tempo utilizado no videogame, por exemplo. De acordo com o site otempo, é necessário doze meses de acompanhamento antes de se afirmar este tipo de vício, a proposta de atividades familiares ou sociais e a resposta do indíviduo sobre as mesmas é muito importante para a avaliação. O estilo de aulas EAD agregado a falta de atividades externas por conta da pandemia, estimulam ainda mais a pessoa a permanecerer no computador. Atividades em família são de extrema importância nesses tempos, para deixar o ambiente mais agrádavel e estimular todos a se interagirem mais.
Portanto, a reeintegração da criança e do adolescente na sociedade, pela família, amigos, e pessoas do seu convívio social deve ser prioridade. Essa reintegração pode ser feita por meios de propostas de atividades ao ar livre, jogos de tabuleiro, conversas, atividades físicas em grupo e etc. Esses passatempos podem ser feitos em parques, no condomínio, em casa, em parques, etc. O tempo com a família, com os amigos ou fazendo atividades ao ar livre pode estimular o indivíduo a fazer mais essas atividades e ficar menos tempo em aparelhos.