Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 11/01/2021

A representação de informações ou grandezas físicas por meio de números, caracteres e/ou sistemas é uma das definições do adjetivo digital. Embora a telecomunicação está nas atividades cotidianas da sociedade atual, o seu uso inadequado e excessivo vem desencadeando dependências psíquicas e doenças de ordem secundárias, perceptíveis já na infância.

Ainda que a internet voltada para o lazer e o entretenimento seja uma opção facilitada por pais sobrecarregados com as tarefas diárias, o acesso ilimitado por crianças acarretará em jovens com maior risco de desenvolver transtornos mentais, tais como a ansiedade e a depressão. Nesse contexto, é importante salientar aos responsáveis uma frase do filósofo Aristóteles “O equilíbrio é a perfeição”.

Assim como em meados do século XVIII o surgimento da revolução industrial inglesa foi um um marco no processo de transformação econômico-social da época, a revolução digital vem promovendo novamente mudanças de ordem social. Todavia o uso irrestrito e irresponsável de redes sociais e jogos on-line pelos mais jovens está provocando um caos de ordem sanitária. Onde há um aumento significativo no número de sedentários e consequentemente o surgimento de doenças secundárias mais graves, levanto a uma sobrecarga na saúde pública.

Inegavelmente a dependência digital é um problema de cunho econômico, cultural e político que deve ser amplamente discutido. Logo, uma alternativa para amenizar tal situação, é a criação de uma propaganda informativa direcionada aos pais e aos jovens adultos, que traga alertas quanto aos diversos riscos da exposição aguda por parte de crianças e  de adolescentes, sendo este informativo, divulgado em horários nobre da TV aberta. Ademais a formatação da propaganda em forma de folder virtual para divulgação em massa nas redes sociais como por exemplo o Facebook, atingindo assim, um maior público.