Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 12/01/2021

No filme “Wall-e”, a extrema presença de aparelhos tecnológicos numa sociedade futurística gerou inúmeros problemas de saúde entre os indivíduos ali presentes. No Brasil, de forma análoga, a dependência e o excesso de ferramentas digitais, entre os jovens, são compreendidos como um vício, o que cria diversos males quando em sociedade. Nesse âmbito, convém analisar as problemáticas na saúde mental e na educação decorrente desse mau comportamento.

É importante salientar, antes de tudo, que doenças psicológicas podem estar diretamente ligadas ao excessivo uso de aparelhos digitais. Nesse sentido, tais ferramentas, muitas vezes, escondem comportamentos que são indispensáveis ​​para o reconhecimento de doenças psíquicas, como a depressão, e, dessa forma, faz-se valer a pesquisa do site “BBC”, que diz que o vício em aparelhos tecnológicos está ligado a problemas mentais. Logo, é notório o descaso populacional para com um importante tema.

Ademais, essa frequente prática corrobora o mau desempenho escolar. Desse modo, segundo o empresário Steve Jobs “A tecnologia tem grande influencia em diversos aspectos do mundo contemporâneo, mas, infelizmente, o errôneo o exercício de tal utensílio pode tornar o desenvolvimento estudantil uma hercúlea tarefa a ser aprimorada. Com isso, percebe-se a precária mobilização governamental ao atender uma vulnerável parcela populacional.

À luz do que foi dito, soluções fazem-se necessárias para a resolução desse empeço. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação, em parceria com instituições e ongs voltadas para o desenvolvimento juvenil, realizar projetos de extenção dentro de escolas públicas e privadas, com o objetivo de apresentar esportes e boas práticas para jovens e adolescentes que se identificam com o problema do vício tecnológico, aprimorando a saúde e consequentemente a educação. Por fim, podemos chegar mais perto de uma sociedade mais justa para todos.