Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 24/02/2021
“Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa relação a elas” - Zygmunt Bauman. Os jovens hodiernamente, estão ficando muito tempo “conectados” a aparelhos eletrônico, perdendo assim muito tempo e há de deixar outras atividades pendentes para poder jogar ou até mesmo apenas mexer no celular. Como foi dito na primeira oração o problema não está nos aparelhos, e sim como os utilizamos, em excesso pode fazer a mal a nossa saúde. Especialistas, psicólogos e psiquiatras do Vale do Silício apontam a ansiedade, depressão, irritabilidade, isolamento entre outros, consequências dos vícios dos aparelhos digitais.
Atualmente, o universo tecnológico tem sido muito atrativo as pessoas, em virtude de tudo que hei desejar, há de encontrar. No documentário que a Netflix lançou ano passado (2020) “O Dilema da Redes” mostra que o alvo das redes sociais é o tempo gasto da pessoa, que seria uma moeda valiosa para as empresas. Um ex-engenheiro do Google, Tristan Harris, deixa bem explícito que o papel das redes sociais é servir de “chupeta digital”, quando a pessoa se sentir sozinho, amendrontado ou desconfortável ela irá recorrer à internet.
Cabe aos responsáveis monitorá-los, impor limites de tempo, muitos dispositivos tem como fazer tal atuação. O Governo também precisa fazer a parte dele, assim como os países asiáticos, criar leis que impedem usuários passar determinada hora jogando ou navegando pela internet, além disso criar uma fiscalização digital, pois muitas crianças, e jovens, mentem suas idades para se passarem de maioridade. Instituição educacional, ensinar os petizes a utilizar de forma consciente os aparelhos e assim poder aproveitar melhor o tempo. A mídia conscientizar a população dos perigos de ficar muito tempo em frente a tela do dispositivo. E a própria pessoa para aprender a organizar melhor seu tempo e não deixar de fazer alguma coisa por não conseguir conciliar suas obrigações.