Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 06/03/2021
No final do século XX, deu-se início ao um grande avanço no ramo tecnológico, com o advento de novos meios de comunicação nunca antes visto, o que culminou em uma melhor qualidade de vida, bem como uma ampla disponibilidade mundial. Em contrapartida, hodiernamente, fica evidente que tais avanços atribuíram novos problemas como, a submissão a redes. Deste modo, torna-se premente debater e explicitar as principais causas e consequência desse transtorno: o acesso precoce a internet é a perda da sanidade mental dos indivíduos.
Diante desse cenário, é valido afirma que a servidão a internet está diretamente impulsionada pelo fato de o sujeito receber o acesso imaturo à tecnologia. A respeito disso, segundo o “manual de psiquiatria clinica” o cérebro tem um neurotransmissor conhecido como dopamina que é responsável pela sensação de prazer. Nesse sentido, a entrada antecipada ao mundo digital faz com que o jovem tenha cada vez mais cedo a necessidade de supri a sensação diária de dopamina. Logo, a condição de dependência digital – que está instalada em boa parte das nações - costuma ocorrer principalmente nas crianças e nos adolescentes. Desse modo, torna-se indubitável estimular os responsáveis a limitar o acesso a internet dos jovens para superar essa problemática.
Ademais, é preciso salientar que uma consequência retilínea dessa discussão é o prejuízo significativo nas áreas do desenvolvimento pessoal e a socialização. À vista disso, entende-se que, o excesso do uso de equipamento tecnológico acaba gerando problemas futuros como ansiedade e depressão, que costuma ser um empecilho para a sanidade metal onde culmina no fracasso pessoal, familiar, social, educacional e outras áreas do desenvolvimento. Fica evidente, portanto, para coibir esses problemas e necessários planos de tratamento para os subalternos da tecnologia.
Diante dos fatos apresentados, medidas socias são urgentes para dissolver essa problemática. Urge as empresas de hardware e software, criarem mecanismo de limite diária para que haja um maior controle do tempo que se passa a usar esses produtos. Outrossim, cabe as grandes instituições comunicativa como: Facebook ou YouTube, conceberem ferramentas de ajudas aos dependentes digitais com sinais de depressão, com o intuito de livra as pessoas desse mal.