Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 15/03/2021
Segundo o filósofo Platão, “O importante não é viver, mas viver bem”. Essa frase está diretamente relacionada à saúde e a qualidade de vida, pois são essenciais para o bem-estar. Porém, apesar desses fatores, a tecnologia tornou-se fator prejudicial aos indivíduos, gerando vícios e problemas aos jovens. Isso se deve à falta de intervenção dos responsáveis e suas consequências.
Em primeiro plano, é necessário ressaltar o papel dos pais na formação dos filhos. É notório a importância da educação para crianças e adolescentes, logo, quando a criação dos menores é ineficaz, os jovens agem com irresponsabilidade e compulsividade. Dessa forma, a ausência de regras no ambiente familiar causa o vício digital, o uso descontrolado de games e internet, capazes de gerar demais problemas.
Em segundo lugar, é preciso debater sobre as consequências da dependência digital. Além de sintomas físicos, como obesidade, sedentarimos e distúbios na visão, tal dependência ocasiona ansiedade, depressão e baixo convívio social. Desse modo, com o alto uso de eletrônicos, os jovens tendem a diminuir o desempenho escolar, desenvolver graves doenças e desperdiçar uma boa qualidade de vida.
Diante disso, é mister que o Estatuto da Criança e do Adolescente em parceria com o Ministério da Educação, incentive o convívio social entre jovens, por meio da instalação de atividades extracurriculares, como salão de jogos, aulas de dança e pintura nas escolas. Com o objetivo de promover a socialização e diminuir os índices de dependência digital. Ademais, cabe aos familiares estabelecerem limites aos menores, através de diálogo e regras, a fim de prezar pela saúde das crianças e auxuliar um estilo de vida saudável, como é previsto por Platão.