Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 12/03/2021

Em 2011, foi lançada a série americana Black Mirror , que baseia sua temática em uma crítica direta à forma como este período tecnológico  tem afetado as relações humanas. Hoje, observando sobretudo os protagonistas dessa “era digital”, vemos as precedências e os impactos - especialmente negativos - que o uso desagregado da tecnologia tem gerado nos jovens.

Seguindo esse viés, é importante ressaltar a origem de tamanha dependência. Analisando o contexto social no qual estão inseridos esses jovens, vemos que a pressão social invisível para estar sempre  conectado não se restringe apenas a um meio coletivo, como também familiar, gerando um ambiente excludente e solitário na maior parte das vezes. Assim, a tecnologia na figura de redes sociais e jogos virtuais , por exemplo, tem assumido o papel de válvula de escape, o que contribui diretamente para uma sujeição, pois como disse Albert Einstein “A tecnologia excedeu nossa humanidade”

Como resultado, os efeitos negativos podem ser visto na saúde da juventude mundial , não so física como mental. Atualmente, doenças como sendentarismo e problemas de coluna ,que tem acometido os jovens , estão diretamente associado a quantidade de horas que esses passam nos celulares ou computadores. Não obstante, estão surgindo novas síndromes e fobias relacionadas ao vicío digital, as quais ja passaram a ser consideradas doenças pela OMS, como a Nomofobia ( medo irracional de estar sem aparelhos eletrônicos de modo geral).

Infere-se ,portanto, que medidas coercitivas precisam ser adotadas para entender as causas e atenuar o produto da atual subordinação informática dos jovens .Posto isso, compete as secretarias municipais de saúde em parceria com escolas públicas e privadas desenvolverem campanhas que formentem não só as regulares atividades físicas como também ofereçam apoio psicológico gratuito, a fim de assegurar que esses jovens estejam consiliando de forma saudável a tecnologia e sua “humanidade”.