Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 17/03/2021

Vivemos em um mundo totalmente tecnológico. Andamos pelas ruas e ao nosso redor a maioria das pessoas estão atualizando suas redes sociais, tirando fotos, e curtindo publicações, totalmente ligadas ao mundo virtual. Mais do que qualquer outro grupo, os jovens são os mais dependentes da tecnologia nos dias atuais.

Muitas vezes essa  dependência começa cedo, e até pode ser incentivada pelos próprios pais quando precisam realizar alguma tarefa doméstica, e deixam o celular com a criança para que a mesma fique entretida e não atrapalhe. Com o tempo essa situação se torna rotineira, e assim, a criança cresce viciada. Antigamente era muito comum ver jovens e crianças na rua brincando, mas com o aumento da criminalidade muitos pais ficam receosos de deixarem seus filhos saírem de casa. Com a pandemia do corona vírus( covid-19)  essa  dependência à tecnologia cresceu. Para estudar, os jovens precisavam  passar horas no computador, e com o tédio o celular era a única escapatória já que não podiam sair de casa. Mas esse vício não é tão bom assim.

Além de prejudicar a saúde ocular, e causar problemas como: Nomofobia ( pessoa que sente desconforto ou angústia pela incapacidade de acesso à tecnologia)  insônia, falta de postura, etc…  o jovem pode acabar desenvolvendo  transtornos mentais como depressão e ansiedade, o que é muito comum. Ao ver a vida “pereita” dos ifluenciadores digitais ele se sente mal por não ter as mesmas oportunidades. Geralmente nas escolas para que você seja aceito em algum grupo é necessário uma quantidade significativa  de curtidas e seguidores, e quando isso não acontece, você é excluído. Esse estresse por falta de incapacidade,  e a extrema comparação pode levar o jovem a um possível suicídio. E tudo isso só foi possível pelo uso excessivo das redes socias.

Concluiente que para inversão da situação, é necessário que o governo tome medidas urgentes  para os jovens que estão em caso grave de dependência, disponibilizando psicólogos e psiquiatras para conversar e auxiliá-los. O problema também deve ser evitado pelos pais, que poderão propor mais momentos em família, e  estabelecer um horário limite para o uso do celular. Assim, teremos jovens caminhando para uma vida adulta saúdavel.