Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 13/04/2021
Recentemente, a Organização Mundial da Saúde caracterizou a nova doença moderna: a nomofobia. Trata-se de um transtorno que não afeta somente as questões físicas do organismo, mas também ultrapassa as áreas psicológicas e sociais. Nesse sentido, o descontrole familiar tal qual o isolamento social se ligam em teia no aparecimento desta enfermidade.
Primeiramente, a célebre frase formulada pelo filósofo iluminista Jean - Jacques Rousseau, “o homem é produto do meio”, aplica-se em fatos cotidianos. Muitas vezes, os pais são dependentes do celular e dão este mau exemplo aos filhos, no entanto, os jovens ,imaturos, não conseguem controlar o uso exacerbado do universo on-line. Além disso, as crianças desde pequenas são deixadas horas a fio, especialmente, no momento contemporâneo de pandemia de covid-19, jogando nos apps para que seus pais trabalhem ou estudem ou até mesmo para que se faça o almoço.
Inclusivamente, como inevitável consequência, inicia-se o fechamento para a socialização e, disto, derivam as doenças do século: ansiedade, depressão e diminuição de relações sociais presenciais. Outrora, pudesse ser controlada, por outro lado é mantida pelo mundo agitado, onde o acompanhamento no que tange a estrutura familiar é menosprezado ou até inexistente.
Medidas devem ser tomadas, portanto, a fim de amparar os jovens que ano a ano tendem a se aproximarem do estado de vício. Para isso, instituições públicas e privadas precisam chegar até às mãos dos internautas, por meio de manifestos publicitários, com cartazes, com textos, com depoimentos e com animações para os menorzinhos, com o objetivo de esclarecer e de abrir os olhos para a mudança dos hábitos maléficos que os smartphones podem nos provocar. Tomando-se estas ações, possivelmente, as vítimas serão auxiliadas e os recém-chegados, conscientizados.