Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 19/05/2021
A tecnologia permitiu comunicações mais ágeis, notícias mais dispersas e pesquisas avançadas. Os jovens são os maiores detentores dessa ferramenta, seja para jogar ou pesquisar; e durante a pandemia da Covid-19, até sua educação foi através desse meio. Diante disso, a falta de controle e o tempo excessivo que passavam em eletrônicos foram algumas das causas para a emergência da dependência digital e as consequências começaram a alertar a Medicina. Logo, faz-se mister medidas para impedir que essa problemática continue a crescer na contemporaneidade.
Primeiramente, é válido ressaltar que dentre as causas da dependência digital nos jovens, destaca-se a escassez de controle sobre o tempo que eles utilizam as redes; e com as aulas sendo transmitidas via internet, torna-se ainda mais difícil a percepção de quantas horas se passa em frente à uma tela. Em síntese, a correria do dia-a-dia somada a falta de atividades fora dos dispositivos móveis -mesmo durante a pandemia- causaram a ascensão de uma nova doença entre eles. Como praticamente tudo pode ser feito em um celular, indubitavelmente, os adolescentes preferem mantê-lo por perto; entretanto, o que não deveria acontecer e, infelizmente, já é aparente é surtar em sua ausência, demonstrando, assim, um malefício à saúde dos jovens. Então, os responsáveis devem começar a se atentar sobre esse tópico antes que as más consequências dominem o bem-estar e prejudiquem o futuro da juventude.
Ademais, os profissionais da área da saúde vêm se preocupando cada vez mais com o aumento da ansiedade dos jovens sem a presença de um celular. Pesquisas feitas pelo King’s College de Londres apontam que 1 em cada 4 adolescentes já são viciados em um “mobile”. Isto é, não aguentar ficar sem esse dispositivo e terem um tipo de surto, crise. Isso demonstra o quão dependentes estão ficando de algo inanimado. A situação se agrava a partir do momento em que eles se acham invencíveis e precisam daquilo para interagir e opinar; o que traz outras consequências como o “cyberbullying”, problemas com a socialização humana e ao falar em público. Assim sendo, é preciso que redes sociais, como o Instagram faz, ponham em prática ações para a obstrução desse vício digital.
Portanto, as famílias devem incentivar os jovens a fazer atividades fora de seus eletrônicos através de objetivos como manter seu bem-estar e precaver dificuldades na socialização a fim de reduzir a falta de comunicação, ansiedade, sentimento de insuficiência e obter uma maneira mais tranquila para expôr seus pensamentos. Além disso, redes sociais poderiam enviar uma notificação dentro do próprio “App” sobre o tempo de uso, e caso a pessoa passasse mais 10 minutos ali, um bloqueio temporário ocorreria para provocá-la a buscar outra coisa para fazer.