Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 14/07/2021

“O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia.” A frase dita pelo físico alemão Albert Einstein demonstra bem a importância de não deixar que os meios tecnológicos nos dominem. Ao se tornar dependente de algo, o comportamento humano é alterado, portanto, não seria diferente com a tecnologia. Sendo assim, a necessidade de tomar providências para que hodiernamente a população se torne independente de tais meios se torna evidente.

Em primeira análise, é necessário citar que, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entre os brasileiros com 10 anos ou mais de idade, a utilização da Internet subiu de 74,7%, em 2018, para 78,3%, em 2019. Dessa forma, se torna notório o crescimento dos jovens juntamente à tecnologia, mostrando domínio, fácil manuseamento e ampla acessibilidade a qualquer rede.

Em segunda análise, é importante mencionar os resultados da dependência das redes, que pode ser consequente do uso excessivo delas. Dentre os efeitos, pode-se apontar o sedentarismo, problemas visuais, problemas músculo-esqueléticos e problemas de audição. Além disso, há também as consequências psicossociais como cyberbullying, o isolamento social, privação do sono, baixa auto confiança e problemas familiares, isso de acordo com diversas pesquisas hospitalares.

Diante o exposto, medidas para que o vício digital se torne menor e que o crescente número de pessoas comece a diminuir. Inicialmente a mídia deve fazer em parceria com as instituições de ensino, divulgações que visam esclarecer a importância do uso consciente da tecnologia e o incentivo da busca pelo tratamento por dependência da mesma. Além disso, órgãos governamentais devem propor grupos de apoio para os dependentes tecnológicos com atendimentos terapêuticos. Desta maneira, a tendência de adictos passará a ser cada vez menor.