Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 02/08/2021

Como ressaltou o filósofo Heráclito, tudo está em constante mudança. Logo, observando esta tese, pode se analisar que o avanço constante da utilização de tecnologias, desde sua criação até sua completa difusão para a massa populacional, é um acontecimento que rompe com o trivial, por isso, é nomeado com revolução tecnológica. Todavia, é de saber comum que na massa populacional já citada, se encontram os jovens, os quais, por muitas vezes, acabam por consumir muito mais tecnologias que as outras faixas etárias, gerando uma enorme depêndencia no que tange a utilização destes aparelhos. Não obstante, compreender uma futura população viciada nesse segmento tecnológico traz riscos para o desenvolvimento nacional, em todos os temas. Seguindo isso, também vale compreender que existem fatores preponderantes que sustentam a ideia de geração de uma população dependente, sendo esses, a possibilidade de gerar um vício e a adesão desde cedo a esta tecnologia.

Em primeira instância, entende-se que o vício em particularidades digitais se mostram a partir da ideia de fugir da realidade, mas são os seres humanos que tem o poder de decisão. Como exemplificado em um experimento com ratos, nomeado com “Parque dos Ratos”, o vício era gerado através da necessidade de se sentir algo fora do habitual, o qual mostrava o rato consumir uma droga quando estava com o nível de cortisol - hormônio do estress - já alto. Todavia, ao ter criado um “parque” no hambiente onde estes ratos viviam, todos pararam de consumir a droga ao perceberem que o entreterimento ali reduzia o estress.  Logo, conclui-se que a culpa, no fim, não é da técnologia em si, mas sim da má utilização humana através de ferramentas tão capazes de nos corromper.

Outrossim, é interessnte entender que existem fatores que contribuem para o ser humano repetir um hábito errado, sendo este fator conhecido como educação. Como nos explana a biologia, em meádos da primeira infância, tudo ali aprendido será reproduzido até o fim da vida. Ademais, também se pode entender através da biologia que o sistema nervoso só se mostra maduro após os 21 anos. Vendo isso, se torna possível de compreender o porquê de ser tão errôneo jogar um jovem, ainda não maduro, a uma rede que tem o potencial de vício muito alto. Logo, a partir dos aprendizados obtidos da primêira infância, serão aprendizados viciantes que seguirão até que algo sério seja feito a respeito.

Dessarte, a gravidade do problema pede uma intervenção. Para isso, cabe ao Ministério da Educação e da Cultura, promover programas sociais, que através de escolas e centros de ensino, ensinem a população mais jovem a respeito deste assunto tão delicado. Nisso, seria necessário profissionais capacitados na área, para que ensinem, em aulas de contraturo, o tema. Visando assim, amenizar a dependência dos jovens no mundo das redes e gerar menos medo do possível vício jovem.