Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 09/08/2021

A Carta Magna de 1988 responsabiliza-se pela saúde por ser direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos. Em contrapartida, hodiernamente a falta de relevância da dependência digital dos jovens e a ignorância sobre o assunto, apenas agravam a situação em questão, visto que o vício gera transtornos psicológicos já durante a juventude. Logo nessa perspectiva, fica evidente que essa problemática deve ser evitada ao máximo.

Primeiramente, vale ressaltar um agravante em questão que afeta diretamente no desenvolvimento de doenças psicológicas, o cyberbullying. Em modo de defesa a esse atuante há o escapismo em relação aos trantornos mentais como a insegurança e a depressão, direcionados ao meio digital onde passam horas. Logo assim agravando-se a dependência digital dos jovens na contemporaniedade e a necessidade de sua relevância na sociedade.

De acordo com o filósofo Thomas Hobbes ao afirmar que o homem é o lobo do próprio homem, dizia ser necessário um Estado responsável em manter a harmonia e convivência social. De forma análoga ao exposto, perecebe-se que a falta de compromisso com a Constituição Federal de 1988,que serve como pilar moral da sociedade,  em relação ao fornecimento de direito à saúde para os jovens que desenvolveram doenças psicológicas, desrespeita a responsabilidade em garantir a harmonia e convivência social.

Em suma, verifica-se que é necessário que haja maior relevância e mudança da situação. Logo é míster por parte do Ministério da Educação juntamente com o Ministério da Saúde, promover palestras semanais em todas as instituições educacionas, com o acompanhamento tanto de profissionais da educação especializados a respeito do assunto, como da saúde voltada para a área neuropsicológica, com o objetivo de tratar das consequências do vício digital que afeta a sociedade jovem. Por conseguinte assim respeitando o exposto feito pelo Thomas Hobbes acerca da harmonia e convivência social.