Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 25/08/2021
De acordo com a Constituição Federativa de 1988, em seu artigo 5º, todos os cidadãos brasileiros possuem o direito a um psicológico saudável. Conquanto, tal lei do documento jurídico mais importante do país não apresenta-se no cotidiano dos indivíduos, na medida em que os efeitos prejudiciais da dependência tecnológica no Brasil, encontra-se na realidade de muitos cidadãos do território nacional, na qual persiste em sérios problemas para esses. Portanto, há de se combater o vício em relação aos aparelhos tecnológicos, mas também as constantes atualizações das redes.
A princípio, é válido destacar a utilização excessiva dos aparelhos digitais como fator que potencializa a problemática em questão. Segundo o filósofo Jean Jacques Roussea, o indivíduo nasce com liberdade total, porém encontra-se acorrentado por toda parte. Ocorre que no cenário proposto, os meios digitais seriam a corrente do cidadão brasileiro que não consegue se livrar dos maleficíos queo vício digital proporciona no cotidiano. Além disso, a internet é um forte motivador para a perda da saúde psicológica, na medida em que esta pode gerar doenças gravissímas- depressão e namofobia-, isto é por que essa busca que os brasileiros distanciem-se mais do meio social e permaneçam mais tempo atrás das telas e ampliará o medo de desconectar-se com o ambiente virtual. Logo, não é válido que os integrantes do país sofram com o vicío digital.
Outrossim, é de estrema importância apontar às atualizações contantes constante dos aplicativos como motivador da dependência digital. Segundo a fonte de pesquisas “Informa Brasil”, o nùmero de usuários do aplicativo WhatsApp duplica depois de ocorrer atualizações do sistema, ou seja, as grandes empresas de mídias sociais são as grandes responsáveis para o crescente porcentagem de dependentes digitais, visto que os indivíduos se entretem mais com as novidades presentes nas redes e dispensão e diminuem práticas e interações sociais, além de perderem o controle de utilizarem a internet de forma consciente. Diante disso, não é válido que os cidadãos percam a medida mais importante para não se tornar um submisso da tecnologia: o autocontrole.
Impende, pois, medidas capazes de deixar que a dependência digital seja realidade no Brasil. Para isso, as escolas devem motivar os sujeitos a diminuírem o tempo gasto nos aparelhos tecnológicos, por meio de aulas de interatividade entre os colegas nos ambientes públicos- praças e parques-, projeto conhecido com “Dependência nunca mais”, com fito de evitar que os brasileiros sejam futuros dependentes do meio digital. Por sua vez, os aplicativos devem reduzir a quantidade de atualizações anuais, com objetivo de aumentar a interatividade de jovens e mais velhos no abiente social. Somente assim, para a corrente proposta pelo filósofo sueco desaparecer da vida dos brasileiros.