Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line

Enviada em 19/10/2026

Em setembro de 2026, o presidente da República Luís

Inácio Lula Da Silva, concretizou o fim das famosas “bets”.Como consequência, muitos influenciadores digitais se posicionaram negativamente quanto à essa medida. O assunto gerou repercussão entre o público e trouxe reflexão sobre os impactos da dependência em jogos de aposta on-line. No anime “Kakegurui”,podemos ver a história de uma estudante que chega em um colégio dominado por alunos de alta classe. Dentro desse contexto, existe uma grande hierarquia social que é dominada por apostas.Cada aluno é retratado de acordo com o número de ganhos e perdas. Com o passar da história, é possível notar como as apostas se tornam vícios prazerosos devido à grande sensação de recompensa e poder ao ganhar uma partida. Mas ao mesmo tempo, é possível observar a destruição presente nesse meio, e a desvalorização dos chamados “perdedores”. Baseado em estudos e conhecimento histórico, o Brasil é marcado pelo colonialismo e desde então, a desigualdade social. A desigualdade social, também causada pelo sistema capitalista, trás impactos significativos para a população Brasileira. Milhares de cidadãos e cidadãs que vivem em situações de vulnerabilidade, recorrem a meios desesperados para alcançar melhor estabilidade financeira. Como consequência, o fácil acesso à sites de aposta, trouxe grandes números de jogadores em situações de pobreza, e, principalmente, usuários de políticas públicas, como o Bolsa Família. O grande número de influenciadores divulgando o famoso “tigrinho”,influenciou na perda de milhares de brasileiros, chegando a se tornar uma questão de saúde pública. A medida criada pelo governo foi essencial para uma melhor regulamentação de vícios que afetam os brasileiros, principalmente, as pessoas em situação de pobreza. Com isso, é necessário o governo investigar possíveis envolvidos em golpes ligados à sites de azar, propagandas, e grupos de incentivo ao uso dos jogos. Além dessa medida, é preciso ampliar campanhas ligadas à saúde mental e à educação pública para melhor acesso a informação.