Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line
Enviada em 19/10/2026
É notório o crescimento do número de casas de apostas on-line, as bets,no Brasil nos últimos anos . Com a facilidade doo celular na palma da mão,esse fenômeno tem atingido pricipalment jovens e adolescentes. Dados da USP apontam que o País já possui cerca de 2 milhões de viciados em jogos,o que evidencia a urgencia de discutir suas causas e consequências.
Em primeiro lugar, vale destacar que a publicidade enganosa é uma das principais causas. como mostra o texto II, influenciadores digitais utilizam contas demonstrativas,onde ganham facilmente valores altíssimos, para atrair seguidores com a promessa de dinheiro facil.Essa estratégia ilusoria,somada ao desemprego, como relatado no Texto III por um homen que buscou nas apostas uma fonte de renda na pandemia,torna a população mais vulnerável. assim, a falta de uma regulamentação mais rígida permite que perfis falsos e jogos como o ‘jogo do tigrinho’ continuem operando.
Além disso,há uma explicação neurobiológica para a permanência no vício. conforme o texto III,a ciência explica que o ato de apostar libera dopamina no cérebro, ativando o mecanismo de recommpensa. isso aumenta a excitação diminui o medo de errar,fazendo com que a pessoa sinta adrenalina tanto ao ganhar quanto ao perder. Por isso muitos usuários relatam dificuldade para sair, pois ao bloquear uma plataforma, surgem outras três.
Por consequência,os impactos são devastadores.No âmbito financeiro,além de casos extremos como o de maria das Graças,citada no texto II,que perdeu quase 200 mil reais e precisou se desfazer de sua loja. Portanto,é evidente que medidas precisam ser tomadas. cabe ao governo federal, por meio do ministério da fazenda promover ações educativas e campanhas de conscientização por meio de palestras e projetos. dessa forma,será possível construiruma sociedade mais informada e justa. ademais, a sociedade civil deve atuar no combate á desinformação,compartilhando apenas conteúdos verificados. Assim,garante-se um futuro com mais empatia e respeito aos direitos de todos.