Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line

Enviada em 19/10/2026

Na comédia ‘Até que sorte nos sempre’, são retradas as consequências da falta de controle financeiro. Fora da ficção, essa realidade relaciona-se à dependência em apostas online, impulsionada pela promessa de enriquecimento rápido e pela falta de conscientização, fatores que geram prejuízos financeiros e psicológicos.

Em primeiro lugar, culpa-se a influência negativa das mídias sob o comparilhamento de jogos de aposta. Afrima-se isso, pois inúmeros embaixadores de marcas e influenciadores digitais abordam a respeito desses jogos de maneira positiva, prejudicando os quais estão assistindo-os. A esse respeito, o documentário ‘O dilema das redes’ aborda como plataformas digitais utilizam mecanismos de engajamento para manter a atenção dos usuários. Frente a denúncia apresentada, é notório uma concordância com a atualidade, visto que as notificações personalizadas e facilidade de acesso podem incentivar a continuidade ds apostas. O aumento do compartilhamento desses jogos pode normalizar as apostas e estimular comportamentos compulsivos. Em efeito, a partir da visão de normalidade que a mídia molda, conforme o documentário, gera maior vulnerabilidade finaceira para com a sociedade que é entregue aos jogos de aposta.

Além disso, é relevante a omissão governamental, visto que não é fornecido rede de fácil acesso para tais pessoas com essa dependência. Segundo isso, a OMS, Organização Mundial da Saúde, reconhece os danos relacionados aos jogos de azar, que podem incluir sofrimento psicológico, problemas financeios e prejuízos ás relações familiares e sociais. Contudo, a dependência em apostas deve ser compreendida como uma questão de saúde pública, e não apenas como falta de autocontrole individual.

Portanto, a manipulação midiática e a falta de rede de apoio deve ser combatido. Com essa finalidade, cabe a OMS, orgão resonsável pelos direitos de saúde, física e mental, dos indivíduos, propor soluções para o caso, com maior rede de psicólogos nos postos de saúde, por meio de campanhas para a procura de ajuda, para que haja melhor qualidade de vida.