Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line
Enviada em 19/10/2026
Na obra “o jogador o escritor Flodór Dostoiévski retrata a compulsão por jogos pode comprometer a autonomia individual e deteriorar as relações humanas. Fora da ficção, essa problemática manifesta-se no Brasil contemporâneo por meio da crescente popularização das apostas on-line, cuja a facilidade de acesso favorece comportamentos compulsivos. Nesse contexto, a dependência dessas plataformas configura um grave desafio social, sustentado sobre tudo pela publicidade persuasiva e pela insuficiência da educação financeira e digital, fatores que contribuem para o endividamento e o adoecimento psicológico da população.
Em primeiro plano,a influência publicitária contribui para a naturalização das apostas virtuais nesse sentido o filósofo Guy Debord,em a “Sociedade do Espetáculo”, analisa o poder das representações midiáticas sobre a sociedade. Analogamente,influenciadores digitais associam as apostas ao enrequerimento rápido, minimizando seus riscos. Consequentemente, essa idealização estimula comportamentos compulsivos capazes de provocar endividamento e conflitos familiares.
Além disso, a fragilidade da educação financeira e digital agrava essa problematica. Segundo Paulo Freire a educação deve desenvolver a consciência crítica dos indivíduos, entregando a falta de orientação sobre os vícios das apostas dificulta decisões concientes. Dessa forma perpétua se um novo ciclo de dependência que compromete a saúde pisicologica dos indivíduos.
Portanto, é necessário combater os fatores que sustentam essa realidade. Para isso, o ministério da fazenda deve intensificar a fiscalização das propagandas de aposta, mediante o monitoramento digital e a punição de campanhas enganosas, visando reduzir sua influência. Paralelamente, o ministério da educação deve promover oficinas de educação financeiras e digital nas escolas com orientações sobre os riscos dos jogos virtuais, afim de reduzir comportamentos compulsivos, assim será possível, fortalecer a autonomia dos cidadãos e minimizar tais impactos.