Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line

Enviada em 19/10/2026

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a popularização dos jogos online trouxe um problema crescente: a dependência. Nesse sentido,na sociedade brasileira, essa problemática se manifesta de forma silenciosa que aparece na rotina dos adolescentes, jovens que, sem perceber o perigo por trás, veem nas apostas, apenas entretenimento, sem conseguir enxergar a real negação. Dessa forma, é evidente o contexto fácil de acesso e pouca orientação,cujas consequências, como prejuízos financeiros e sofrimento emocional trazem aos adolescentes.

Em primeiro lugar, o prejuízo financeiro é, sem dúvida,uma das primeiras e mais evidentes consequências desse vício, mesmo entre os jovens que não possuem uma renda significativa. Analogamente a isso, a Organização Mundial da Saúde alerta que a ludopatia não se restringe a um problema comportamental, mas afeta diretamente a qualidade de vida, uma vez que, muitos jovens recorrem às economias pedem dinheiro a familiares ou chegam a contrair dívidas, sem compreender a dimensão dos seus atos. Consequentemente, o problema se reflete no ambiente familiar,gerando conflitos,mentiras e quebra de confiança entre pais e filhos.

Ademais, o sofrimento emocional é outro favor agravante,profundas e duradouras da dependência em apostas online, especialmente entre os jovens que ainda estão no período de desenvolvimento. Semelhante a isso, o psicólogo e pesquisador Abraham Maslow alerta que a sensação de segurança e estabilidade emocional são fundamentais para o crescimento saudável de qualquer pessoa - e é exatamente essa base que afeta em dependência de apostas online. Em consequência, os jovens trocam momentos de convívio e aprendizado pela angústia de quem não tem mais controle sobre suas próprias escolhas, não comprometendo apenas o seu presente, mas como o seu futuro.

Depreende-se, portando, a adoção de medidas que venham diminuir e controlar as consequências causadas pela dependência em apostas online e influências negativas por meio de influenciadores nas redes sociais. Para isso, cabe ao Ministério da Educação, em conjunto com as escolas, promover ações socioeducativas afim de mitigar essa problemática. Assim, cumprirá os princípios de cuidado e responsabilidade com as novas gerações, garantindo que o avanço tecnológico não se transforme em uma armadilha para o futuro dos jovens.