Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line
Enviada em 19/10/2026
A promessa que custou vidas
A organização Mundial da Saúde reconhece o vício em jogo como uma patologia chamada " transtorno de jogo". Paralelamente,muitos influenciadores digitais apesar de saberem que não é uma fonte segura e confiável , divulgam em suas redes as casas de aposta on-line atraindo milhares de indivíduos com a promessa de " dinheiro fácil “. Dessa forma, a questão problema pressupõe o prejuízo ao financeiro e á saúde mental.
Em primeira análise, convém ressaltar que a falta de regulamentação dos sites de aposta e o excesso de propagandas nas redes sociais fizeram com que milhões de usuários perdessem grandes quantias de dinheiro e ficassem endividados, podendo perder até a moradia. A promessa de ganha rápido fez uma comerciante em Maringá (PR) acumular 110 mil reais em dívidas para jogar o jogo “tigrinho”, segundo o site de Metrópoles. Esse cenário demonstra a importância do posicionamento do governo brasileiro,para o rompimento dessa problematica. Com isso urge a necessidade da efetivação á lei contra casas de apostas, restringida no final de setembro de 2026.
Ademais,é de suma importância citar o impacto que a dependência ao jogo de azar pode causar, sendo similar ao que acontece com o vício em álcool, pois leva as pessoas a buscarem a sensação de recompensa rápida e prazer imediato. Nesse viés,essa prática é altamente nociva para a saúde mental. Segundo o portal do G1, o Maranhão registrou 3 casos de suicidio decorrentes de pessoas que começaram a jogar jogos de aposta on-line. Apesar de diversos usuários usarem essa prática na expectativa de aliviar sintomas de ansiedade,angústia e depressão,o vício agrava os transtornos e afeta severamente o estado emocional dos indivíduos.
Portanto, cabe a Justiça brasileira garantir a permanência a proibição dos jogos de azar. Efetivando a lei que o presidente da república propôs para o fim desse evento e garantir que que propagandas com informações enganosas sejam deletadas da mídia, por meio de uma fiscalização maior nas redes, a fim de desenvolver o senso critico e a estabilidade da população.