Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line
Enviada em 19/10/2026
Em 2019,a organização Mundial da Saúde incluiu o transtorno de jogo, reconhecendo -o como uma condição de saúde mental.De fato ,fica evidente que o vício em jogos na internet representa um problema a ser enfrentado no país, principalmente devido à falta de políticas públicas eficazes para prevenção e tratamento.Nesse sentindo, é fundamental discutir como a ineficiência legislativa ,aliada ao estigma associado aos que sofrem com problema, impede sua resolução.
Convém destacar que a regulação ineficaz e os buracos legais que colaboram para a permanência do empecilho, visto que a ausência de fiscalização efetiva permite que o vício em jogos na internet seja perpetuando no país.Dessa forma,reforçando o ciclo de compulsão sob esse viés, a negligência do poder público abre espaço para que operadores de jogos online explorem brechas legais, recorrendo a ofertas de crédito fácil, bônus agressivos e promessas de ganhos imediatos para capturar apostadores e mantê-los preso à prática.
Ademais,o estigma social que recai sobre quem sofre com jogos de azar agravam a situação,pois dificultam a busca por ajuda fazendo o usuário tenha vícios altamentes prejudiciais a saúde mental levando a causas como a depressão,a ansiedade entre outros.No contexto atual no território brasileiro o presidente Luiz Lula Inácio da Silva acionou no congresso nacional uma lei que proíbe as bets e os jogos de azar no Brasil muitos cidadãos principalmente influênciadores remuneram com frases e posts nos storys com a seguinte frase “proibir não é proteger” mas enganar é um crime, principalmente pessoas vulneráveis
Portanto, esse empasse deve ser resolvido o mais rápido possível o presidente já deu o primeiro passo agora só falta seguir oque condiz as leis pois alguns ainda não o seguem,o senado já aprovou,ressaltar que é fundamental ter palestras, projetos sociais que atraian esse público a enxergar que superar esse vício e de alta presumancia para uma sociedade lúcida de seus atos,“comparar sua realidade é conviver com a desigualdade”