Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line
Enviada em 29/10/2024
Segundo o artigo 26, da DUDH - Declaração Universal do Direitos Humanos - todos têm direito à educação, contudo, não se percebe sapiência nos apostadores on-line. Visto isso, convém ao governo evitar a pobreza dos jogadores de apostas digitais na força da lei. Por conseguinte, a instrução sobre os perigos de jogos de azar, em escolas, pode frear apostar de dinheiro para recreamento.
Sob essa ótica, é o regime político que tem o poder e a autoridade de fiscalizar os praticantes de competições virtuais, por isso, pede-se ao governo, que use leis para defender a segurança monetária dos que apostam. Nesse sentido, não basta que a DUDH, determine no artigo 25, que todos têm o mérito legal da segurança se não há leis que corrijam os déficits financeiros do povo em casos de falência financeira. Além disso, o sociólogo Pierre Bordieu, cunhou no século XX, que a “violência sutil” existe como espectro social, e a falência econômica por apostas é um tipo de “violência simbólica” e virtual. Dito isso, se as leis regulamentarem as apostas, pode-se evitar que pessoas sejam violadas no direito à seguridade financeira.
Outrossim, não só as leis, mas, também, a educação pode conscientizar os humanos quanto a apostas e a administração do dinheiro. Nesse contexto, é ineficaz ter apenas na DUDH, no artigo 26, que os patriotas são dignos de didática, uma vez que não tem projeto escolar ante exagero de gastos, inclusive por apostas. Ademais, se Max Weber estiver correto, a educação é uma ação social por fins, a saber, se as pessoas fossem alfabetizadas contra os recreios de azar, o fim de acumular riqueza seria responsável. Dessa maneira, erudita protege a renda.
Logo, infere-se que a DUDH, é desobedecida pelo Estado, pois não há leis nem pedagogia frente aos atletas do azar on-line. Destarte, o Senado, o qual cria as leis, deve confeccionar leis que obrigam os critérios de seguridade financeira para lançar a sorte e o dinheiro, em apps, por meio de votações no Senado, a fim de evitar a pobreza de apostadores viciados. Assim, não averá consequência negativa para apostar recursos financeiros em jogos.