Causas e consequências da dependência em jogos de apostas on-line

Enviada em 18/02/2025

O experimento feito por Kent Berrindge, um acadêmico americano, utilizando ratos explicou a relação de sofrimento e prazer. No experimento provou-se que mesmo que um rato sofra choque se ele receber dopamina, ele irá aceitar. Portanto, é visível que uma pessoa viciada em jogos de azar on-line irá se arriscar por uma pequena chance de dopamina, ou seja, ganhar algum prêmio. Visto que é notável o perigo desses jogos, é perceptível que não é tomada nenhuma medida eficaz, sendo falho a mudar essa realidade.

Na série “Squid Game” da Netflix, é retratada a realidade de pessoas individadas por diversos tipos de jogo, inclusive virtuais. Elas participam de diversos jogos mortais para ter a esperança de conseguir, enfim, quitar suas dívidas milionárias porque não conseguem receber nenhum apoio, sendo esquecidos da sociedade, sofrendo angústia, vergonha e raiva, sem perspectiva de vida, se irão ou não conseguir pagar as suas dívidas ou o pior ,se pelo menos, conseguirão sobreviver sem dinheiro algum.

De acordo o TIC Domicilio, em 2023, o acesso à internet chega a 84% da população, então significa que a maioria dos brasileiros possuem acesso à Internet. Com isso facilita a entrada em casas de apostas para a nação, seja em qualquer aparelho que tenha acesso à internet, sendo um fator de risco para que haja um vidamento em massa por todo Brasil, visto que há um bombordeamento diariamente de anúncios sensacionalistas de apostas on-line em qualquer rede social, com grandes “influencers” patrocinados para divulgar os jogos, passando uma credibilidade ao espectador, ficando praticamente impossível não entrar em contato com a rede de apostas on-line, por conta da sua grande rede de marketing pela internet.

Em suma, é dado ao Governo do Ministério da Saúde a responsabilidade de criar centros de reabilitação a todos os afetados pelo vício de dopamina em apostas, para assim tirar a dependência dos apostadores, financeiramente, se deve fazer uma parceria com o Banco do Brasil, afim de quitar essas dívidas com o programa “Adeus, Dívidas” e ademais a regularização das propagandas da rede sociais com o Ministério da Comunicação, diminuindo a frequência de anúncios, sem exposição.