Causas e consequências da violência no esporte brasileiro
Enviada em 09/05/2019
A violência no esporte se intensifica à medida que a competitividade aumenta, tornando casos com mortos e feridos frequentes. Tem-se como causa da maioria dos eventos o fanatismo e a competitividade excessiva, bem como indivíduos que usam os esportes como “pretexto” para brigar. Em virtude disso, encadeiam consequências, como: o envolvimento de crianças e inocentes e o vandalismo, dado que são utilizados quaisquer objetos para ferir. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade incorporada seja alcançada.
Outrossim, em 2017 foram registrados 104 episódios violentos no futebol brasileiro, contando 11 mortes, segundo a Pesquisa de Mestrado da Universo. Nesse ínterim, percebe-se a incapacidade e falta de treinamento das autoridades, que não conseguem mitigar os conflitos e confrontos. Além disso, os eventos, que em sua maioria ocorrem nos jogos de futebol, podem ser físicos ou verbais, sendo preocupantes pois podem envolver crianças e espectadores, arriscando sequelas físicas e/ou psicológicas nos indivíduos e suas famílias.
Inquestionavelmente, outro modo de praticar violência no esporte é virtualmente, onde muitas vezes a liberdade de expressão é utilizada para ofender jogadores, suas famílias e determinados torcedores. Ademais, essa rivalidade leva também a acidentes no trânsito, visto que muitas vezes os jogos são assistidos em bares ou estádios, onde são vendidas bebidas alcoólicas, que intensificam a agressividade e são responsáveis por diversos acidentes no trânsito, uma vez que afetam as capacidades cognitivas e coordenativas.
Portando, indubitavelmente, medidas devem ser tomadas visando a construção de um mundo melhor. A fim de formar indivíduos informados e que compreendam os eventos, a educação dispõe extrema importância, e devem ser criados pelos professores e incentivados pelo governo, oficinas e atividades para ensinar de maneira lúdica a competitividade saudável e o trabalho em equipe e instruir à não violência. Em contra partida, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) deve implantar maneiras para evitar que torcedores entrem armados e prover grupos de pessoas para reprimir e abrandar os eventos cruentos nos campos, quadras e complexos esportivos. Ao mesmo tempo, as plataformas virtuais devem abolir posts e comentários que tem por objetivo difamar esportistas e admiradores. Dessa forma, o Brasil poderia atenuar o problema.