Causas e consequências da violência no esporte brasileiro

Enviada em 12/07/2019

Promulgada pela ONU ( Organização das Nações Unidas ) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante á todos os indivíduos o direito a segurança e ao bem-estar social. Entretanto, a violência no esporte brasileiro impossibilita que uma parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectica, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.    A educação é um fator primordial no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona economia mundial, seria racional dizer que o Brasil possuí um sistema de ensino público eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto, e o resultado desse contraste é visto na grande densidade da violência no esporte brasileiro. De acordo com Mauricio Murad, sociólogo, com pesquisa da universo, em média, 101 pessoas morreram nos últimos 20 anos, 65 mortes por tiro, 13 mortes por espancamento e 23 por outros objetos ( bombas, pedradas, atropelamento). A sociedade não pode aceitar a negligência do estado, pessoas estão morrendo cada vez mais, e a estimativa é que esses números dobrem.                                                                                                             Faz-se mister, ainda, salientar a falta de informações nas escolas como impulsionador do problema, por meio da pressão familiar, ou de amigos, o fanatísmo prevalece para deformar o caráter dos torcedores. De acordo com Rachel de Queiroz, escritora e jornalista brasileira, fala-se muito na crueldade e na bruteza do homem medievo, mas o homem moderno será melhor? Diante de tal contexto, é correto afirmar que o homem ainda não conseguiu evoluir nesse quesito. Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema.                                                                      A mídia e os clubes podem promover campanhas de conscientização ao público, a fim de que o reflexo da violência dos séculos passados se converta em um coletivismo ético e que auxilie a integração social e do esporte. Essas campanhas devem fortalecer o esporte brasileiro e minimizar a violência.