Causas e consequências da violência no esporte brasileiro

Enviada em 24/03/2020

O futebol teve sua origem na Grécia - sendo chamado de “Epyskiros” - e era um treinamento militar, assim ficando enraizado a violência no esporte atual. No entanto, este comportamento de agressão não deve ser mantido nas atividades esportivas, pois a torcida pode continuar essa prática agressiva entre si e desta forma, transformando os torcedores em vilões a serem combatidos.

Em primeira análise, vale ressaltar a paixão e a grande competitividade do torcedor, influenciado pela mídia. Neste sentido, o cronista esportivo Mario Marinho, explica essa maneira quase instintiva de agir, em uma entrevista ao Globo Esporte, onde ele diz que “Os ataques tem se tornado comuns graças a carga histórica de violência mantida pela mídia e também por falta de punição aos fatos”. Portanto, a maneira que os agressores agem acaba não sendo racional, então se o desentendimento for com o ídolo, o fã irá se sentir atingido, mudando sua visão pelos adversários, tornando eles em inimigos.

Em segunda análise, apresenta-se a carência de punir os crimes, onde a vida e a integridade física, são bens jurídicos amparados pela constituição federal. A impunidade leva a recorrência dos atos. De acordo com dados divulgados pelo G1, 60% dos casos de violência nos estágios não tem a condenação devida, prevista no artigo 41- B.

Portanto, conclui-se que há a falta de penalidade dentro do esporte brasileiro, no qual tem entraves históricas de crueldade. Dessa forma, demonstra a necessidade de fiscalização do governo nos espaços, como os estádios e de ajuda da mídia com campanhas de conscientização ao público. A fim de que, as futuras atividades esportivas não tenham os reflexos históricos de violências. Consequentemente, a nação verde e amarela continue avançando socialmente.