Causas e consequências da violência no esporte brasileiro
Enviada em 01/05/2020
Duelos. Sangue escorrido. Violência. Um óbito. Um vencedor. Privilégios. Eram as cenas que, desde crianças, os espartanos presenciavam. “Matar ou morrer” era o lema da população para dar início aos treinamentos para alistamento no exército e combate em tempos de guerras. Fora nesse cenário da Grécia Antiga que surgira o boxe - a primeira modalidade esportiva da Terra. Hodiernamente, os esportes possuem função de lazer e diversão, entretanto a raiz histórica adequa-se à internet com agressões verbais e psíquicas por torcidas organizadas, além de a busca por vitória persistir em óbitos.
Antes de mais nada, atitudes de jogadores influenciam em suas torcidas. Na Copa do Mundo de 2014, o jogador Luís Suárez praticou uma mordida no rival de campo e, instantaneamente, o estádio e as redes sociais dispararam apoio em prol do time vencer a disputa, visto que, para eles, a atitude tinha sido coerente. De acordo com a Biologia, as emoções alteram o comportamento, por isso, episódios de violência verbal e psicológica estão interligadas em torcidas organizadas e é persistente com a facilidade ao acesso à internet ao criar o discurso de ódio no ato do acontecimento. Embora, para um influenciador é necessário tentar estabelecer a comunhão entre pessoas, principalmente em jogos esportivos cujo intuito é a diversão.
Além disso, um dos motivos da existência filosófica do ser humano é o acúmulo de sucessos ao longo da vida. A partir disso, o termo “mata-mata” utilizado em frases esportivas para desclassificar o oponente é o estopim da prática para alcançar satisfação pessoal. De acordo com o “R7.com”, mais de 100 pessoas foram vítimas de violência que levaram a morte em jogos futebolísticos, logo é enaltecido o “mata-mata” para o time, de alguma forma, manter-se em progresso. Diante disso, a persistência dentro das áreas esportivas em função do egocentrismo de cada torcedor levam-os à constantes práticas agressivas. Para mais, a não aceitação da derrota deve ser trabalhada.
Em suma, é necessário solucionar os impasses tanto dos jogadores como também dos torcedores dos esportes. O Ministério do Esporte em parceria com patrocinadoras de jogadores reconhecidos devem impôr formas de comportamento em disputas para minimizar o comportamento das emoções de cada cidadão, afim de diminuir o aspecto violento dentro dos estádios. Além de pôr nas redes de circulação, treinos mentais em parceria com psicólogos habilitados, para a população brasileira familiarizar-se com a aceitação de perda em jogos e, improgressivamente, ocorrer ataques após algum jogo assistido para então, a sociedade usufruir lazer e diversão para buscar o real sentido das competições.