Causas e consequências da violência no esporte brasileiro
Enviada em 23/10/2023
Os povos romanos usavam a violência como forma de cultura e imposição de poder em batalhas esportista no Coliseu. Na atual desenvoltura da sociedade brasileira, a violência permanece mesmo com alterações significativas no esporte. Essa constância causa inúmeras mortes e destrói a visão de segurança e inclusão que o desporto deveria transmitir.
Sob esse viés, é notório a importância do esporte para o público brasileiro, de tal forma que a mídia impulsiona a valorização do desporto. No entanto, a violência implantou um enorme nacionalismo imperativo, sobretudo no futebol, ou seja, os torcedores passam a ver o time e a torcida adversária como inimigos. Um exemplo é a criação de torcidas organizadas que geram brigas durante partidas esportista, indo de encontro, nesse caso, com o objetivo do jogo.
Em consequência disso, o esporte mais popular, o futebol, por exemplo, se tornou o primeiro no ranking de mortes em estádios, criando um desrespeito aqueles que vão para apreciar as partidas e inverte-se a visão do esporte como método de inclusão social. Nesse aspecto, em 2017 forma 104 episódios violentos em estádios, segundo uma pesquisa realizada pelo Mestre do Universo, e foram 11 mortes. De acordo com o R7, em 26 anos ocorreram 65 mortes por tiro e 13 por espancamento, o que mostra nenhuma segurança.
Portanto, o Governo Federal e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) , como principal instituição de futebol, amplie o cadastramento biométrico e revistas mais intensa dos torcedores em partidas esportistas, como forma de diminuir as agressões por armas, além de reforçar a segurança do local. Também, que se mantenha as torcidas únicas e que a mídia, como influenciadora, promova campanhas na internet e na televisão, como a intenção de acabar com a violência defendida pelos gladiadores.