Causas e consequências da violência no esporte brasileiro

Enviada em 24/07/2023

A saga literária “Harry Potter”, apresenta ao longo de seu desenvolvimento a presença do “Quadribol”, esporte altamente valorizado por toda a sociedade bruxa, sendo uma fonte de apreciação e respeito mutuo. Trazendo à realidade, o cenário desafiador vivenciado no Brasil contrapõe a mensagem vivenciada na sociedade mágica, uma vez que a violência, principalmente nos estádios esportivos, torna-se uma infeliz situação cotidiana. Dessa forma, destaca-se o fanatismo e a insuficiência legislativa como fatores que corrõem nosso meio.

Nesse âmbito, convém enfatizar que o fanatismo exarcebado - mal crescente nas atividades esportivas - é vinculado a um cenário de violência ao longo do país. Nesse viés, o conceito das “torcidas organizadas”, reconhecido como associação de pessoas que dividem o mesmo grupo esportivo nos estádios, em sua maioria, quebra a boa conduta esportiva. isso, se deve ao fato de que a união dessa parcela popular compactua com atividades ediondas, levando a casos de agressão e vandalismo que não estão de acordo com os ideais esportivos no país. Assim, enquanto tal prática não for combatida, a segurança será algo fictício.

Outrossim, vale ressaltar que a execução legislativa no país é falha, com destaque ao que concerne a segurança. Nesse sentido, a obra literária “Cidadão de papel”, de gilberto Dimenstein, retrata um cidadão possuidor de direitos, mas inacessíveis pela falta de ação do Estado. De maneira análoga, a realidade brasileria segue o infeliz contexto, dado que Constituição Federal de 1988, apresenta que todo cidadão possui o direito à Segurança, todavia, tal promulgado é desrespeitado diante dos casos de violência esportiva, ou seja, vulnerabilizando o cidadão e o esporte. Então, tal mal deve ser eliminado.

Portanto, medidas interventivas devem tomadas ao combate desses fatores. Cabe ao Governo Federal - Órgão de máxima capacidade no país, reformular de maneira imediata a organização de pessoas nos estádios, por meio da criação de um novo agente responsável pela fiscalização desses, atuando diretamente na segurança do ambiente esportivo, a fim de desconstruir as torcidas organizadas. Ademias, ainda o próprio Governo, deve aplicar este novo agente nos principais locais de ocorrência, assegurando o direito. Assim, o real será próximo da ficção.