Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/08/2019
Presos ao ritmo digital.
A internet surgiu nos tempos da Guerra Fria, e hoje está em basicamente em tudo e na mão de todos para qualquer coisa que queiramos. O uso da mesma pode trazer tanto benefícios quanto prejuízos para aqueles que não a usam com a moderação necessária ou seja a maior parte das pessoas.
Nos recordamos de irmos ao médico quando pequenos acompanhados de nossos pais, hoje quase nunca vamos ao médico a não ser que tenhamos algo muito sério, porém é muito mais fácil procurar respostas na internet do que ir a um especialista se informar corretamente sobre o que tens e k que fazer.
A preguiça das pessoas e a acomodação diante da tecnologia tem sido um perigo imenso para o bem estar e a saúde de todos, o modo como queremos respostas imediatas para todos e qualquer problema faz com que voltemos nossa atenção para o mundo tecnológico e esqueçamos do mundo do lado de fora.
O grande obstáculo é fazer os usuários entenderem que o consumo errado da internet pode trazer riscos sérios, tanto em questão de saúde quanto na vida como um todo, uma geração que vive mais de dígitos e cliques não se importa muito com as consequências da “Cibercondria” que se não tratada o quanto antes pode vir a se agravar nas gerações futuras.
Portanto o que cabe ao Ministério da saúde junto do governo é aplicar um sistema de saúde de qualidade que atenda a maior parte das pessoas para que as mesmas possam fazer seus procedimentos de maneira mais confiável e eficaz, a participação escolar e das mídias também são bem vindas com campanhas reforçando a ideia de deixarem o mundo virtual e procurarem especialistas assim as futuras gerações serão mais conscientes para a tecnologia que ao que vemos só tende a evoluir que me lembra uma citação: “Todas as maiores invenções tecnológicas criadas pelo homem — o avião, o automóvel, o computador — dizem pouco sobre sua inteligência, mas falam bastante sobre sua preguiça”. Mark Kennedy.