Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 10/09/2019

Com o advento da tecnologia, o acesso às informações ficaram cada vez mais fáceis. Entretanto, a cibercondria (também chamada de hipocondria digital) traz uma série de consequências como: informações obtidas de fontes não confiáveis e tratamentos alternativos. Nesse sentido, convém analisar as principais consequências da cibercondria.

Mormente, a hipertextualidade que a internet propõe facilitar a busca por informações desejadas isso faz com que o indivíduo encontre diversos sites sobre o determinado assunto. Em contraste, muitas fontes não são seguras e nem especializados, trazendo uma série de problemas como a automedicação. Desse modo, o Hospital Israelita Albert Einstein com a empresa Google criou a ferramenta de pesquisa com o proposito de trazer informações de médicos sobre sintomas e possíveis causas de doenças.

Em segunda análise, a obtenção prévia de informações sobre medicamentos e tratamentos, facilita a comunicação entre o individuo e o médico. Porém, muitos pacientes fazem uso indiscriminado de uma determinada medicação ou até mesmo praticam tratamentos alternativos. Destarte que mesmo com informações disponíveis, não anula o atendimento presencial do médico.

Portanto, sites não especializados e tratamentos alternativos trazem uma série de consequência para o individuo e a sociedade. Nessa logica, o Estado deverá promover com os Ministérios da Saúde e Tecnologia projetos, por meio digital, com intuito de ressaltar a importância da verificação das fontes de obtenção de pesquisas e divulgar sítios ‘web’ qualificados com informações seguras, além de estimular a consulta presencial ao médico evitando a utilização indiscriminada de algum medicamento. Assim reduzindo o uso de medicação sem prescrição médica e abandono de tratamento, por consequência da cibercondria.