Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 26/09/2019

Segundo o sociólogo Zygmunt Baumam, a falta de solidez nas relações sociais é característica da “modernidade líquida” vivida no seculo XXI.Assim, o individualismo e o egocentrismo contribuem para o aparecimento elevado da cibercondria na contemporaneidade.Portanto, essa doença da era virtual persiste devido a volatilidade psicológica dos cidadãos e também pela falta de instrução para o uso correto das plataformas digitais.

Diante desse cenário,  a Revolução Técnico Cientifica ocorrida no século XX, permitiu o surgimento de aparelhos e produtos tecnológicos como o a web, que facilita o cotidiano da humanidade com a resolução das necessidades diárias.Entretanto, a mal manipulação dessa ferramenta tem impactado negativamente o meio de convivência, pois com o distúrbio de absolver os conteúdos sem legitimidade há a possibilidade de fragmentação psicóloga resultante da ansiedade e até mesmo da depressão, o que consequentemente fragiliza a organização social como todo.

Nesse contexto,  é válido ressaltar o filósofo Jean-Jacques Rousseau, pela razão de expor a ideia de que " O homem é produto do meio", isto é, a sociedade influencia o individuo em todos os aspectos.Dessa forma, é imprescindível que o Estado que tem a função de resolver os problemas da coletividade ,promova políticas públicas eficazes para erradicar a constante taxa de pessoas que acreditam nas buscas on-line de suas prováveis anomalias físicas ou mentais.

É, em síntese, factual que diante do exposto da enorme efemeridade intelectual dos seres humanos quanto ao manuseio de pesquisas cibernéticas o problema da cibercondria urge por medidas a criação de propagandas educativas na televisão e nas redes sociais pelo Ministério da Saúde, por intermédio de médicos renomados que apelará para população usufruir de forma consciente a internet e não acreditar nos sintomas da sua possível doença sem passar por uma consulta médica, a fim que todos caminhem coesos e integrados.