Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 04/10/2019
Partindo da premissa do avanço da modernidade pós Guerra Fria e do acesso à informação para os cidadãos, desencadeou-se o hábito de negligenciar ajuda médica e se autodenominar doente via internet. A cibercondria gera a dependência do uso de aparelhos eletrônicos, frequentemente em jovens. O que gera uma discussão voltada a essa parcela social e dos malefícios causados à mesma.
Em primeira análise é notável que se alavancou a necessidade de estar digitalmente ativo, despertando vícios em celulares e jogos. Por acessarem a internet constantemente, sem um determinado tempo de uso; alguns indivíduos acabam tornando-se antissociais no seu meio de convívio. Além de receberem diferentes informações falsas a todo tempo.
De outra parte é importante frisar o aumento de número de hipocondríacos que acessam a internet, para obter mecanismos de de tratar alguma doença inexistente, aumentou. De maneira que à automedicação se tornou comum nos dias de hoje, por conta da facilidade em saber qual medicamento usar em determinado caso. Evidenciando ainda mais os casos de cibercondria, especificamente entre os jovens.
Por todos esses aspectos é importante que o Ministério da Saúde promova campanhas contra a automedicação, juntamente com as escolas que podem conscientizar os adolescentes sobre as causas da cibercondria no mundo atual. É necessário também que governo alerte a sociedade civil sobre os malefícios causados pelo uso exagerado da internet e dos vícios que essa pode causar.