Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 01/10/2019
Atenção!
Em se tratando do século vinte e um, tendo como destaque o avanço científico/tecnológico, pode-se destacar uma problemática que vem crescendo conforme a ascensão da tecnologia mundial. Haja vista, o tema em realce está diretamente ligado ao excesso de preocupação relacionada à saúde vinculado ao uso da máquina “internet”, mas que na verdade acaba se tornando uma doença, assim sendo as pessoas estão deixando de consultar um médico para que possam tratar alguma doença ou até mesmo saber se estão ou não com problemas de saúde, para fazerem pesquisas nos sites e confirmarem algo sem antes consultar os profissionais da área da saúde. Assim sendo, essa questão é preocupante e as devidas intervenções para convertê-la devem ser tomadas o quanto antes.
A Cibercondria é um tipo de doença psicopatológica - lembra a doença da “hipocondria”, focalização compulsiva do pensamento e das preocupações sobre o próprio estado de saúde, acompanhada de sintomas que não podem ser atribuídos a nenhuma doença orgânica- que afeta indivíduos obcecados com seu estado de saúde, esses consultam através da internet o que está os afetando. A Cibercondria é vista também como a “tendência de o usuário acreditar que tem todas as doenças sobre as quais leu na internet são verdadeiras", o que acaba por comprometê-los direta ou indiretamente, possíveis doenças que as pessoas não têm podem ser “descobertas” por ingenuidade de quem faz as pesquisas.
Em suma, os indivíduos que mais fazem essas pesquisas e tiram conclusões precipitadas são aqueles que têm idades que variam entre vinte e quatro até mais ou menos trinta e quatro anos de idade, contudo, essa é uma questão global e que de acordo com o crescente avanço da tecnologia pode ser que só aumentem os casos por conseguinte se não houverem as devidas e importantes intervenções, como por exemplo, campanhas que falam sobre os perigos de se automedicar e acreditar em tudo que se vê e lê na internet, as consequências serão, indubitavelmente, rigorosas.
Recai, portanto, ao Ministério da Saúde com apoio das mídias sociais e televisas, produzirem campanhas de alcance mundial, com intuito de advertir, principalmente, os “cibercondricos” mostrando sobre os malefícios causados às pessoas que se automedicam por acharem que os sites de pesquisa sempre estarão de acordo com o problema posto pelo indivíduo em questão - ainda que algumas doenças comportam sintomas parecidos - elas têm suas especificidades o que pode vir a confundir quem procura saber sobre. Outrossim, para que a problemática aos poucos seja sanada é preciso que haja, por exemplo, medidas como essas supramencionadas, também uma maior atenção de grande parte da população .